amor

Qual é a sua tribo?

Se eu te perguntar “Qual é a sua tribo?”, você saberá responder?

A necessidade de pertencer a um grupo sempre foi objeto de estudo através da história. O psicólogo Abraham Maslow, conhecido pela Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas, mais conhecida como Pirâmide de Maslow, é um dos exemplos.

Todos nós temos necessidades sociais, de amor e de afeição. No entanto, podemos encontrar algumas armadilhas na tentativa de pertencer a um grupo. Uma delas é quando perdemos nosso tempo nos esforçando para ser alguém que não somos, para que sejamos aceitos.

No vídeo de hoje, para ilustrar essa situação, me utilizei da interpretação do arquétipo do Patinho Feio, contida no Livro “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola Estés.

Ela propõe que você se imagine sendo um cisne que tenta ser um rato. Imagine você tendo que fingir sendo bem pequeno e cinzento, imagine você tendo uma calda comprida, e tendo que andar como um rato. Seria bem difícil, não é mesmo? Porém é assim que agimos muitas vezes, no intuito de atender às expectativas alheias.

Na estória, o Patinho Feio passa um bom tempo vagueando, instintivamente em busca da sua verdadeira família. E é o que Clarissa propõe como alternativa: gastar seu tempo buscando a sua tribo é melhor do que passar uma eternidade tentando ser quem você não é!

Mas, e como saber qual é a sua tribo?

Primeiro se conheça, tenha clareza de quais são as coisas que te atraem, e vá em busca delas. Será inevitável que se depare com pessoas que estão buscando as mesmas coisas e, portanto, terão afinidades com você.

Aqui na Mandala temos inúmeros exemplos de pessoas que vieram procurar por uma atividade física, ou um desafio, ou uma maneira de se expressar, e acabaram formando verdadeiras comunidades!

Não tenha medo de seguir a sua intuição, de ir atrás daquilo que você gosta. Não se importe com os comentários das pessoas que tentam te frustrar. Certamente elas não fazem parte da sua tribo, e não há mal nenhum nisso. Somente significa que é difícil pra elas entenderem a importância daquilo pra você. Simplesmente agradeça o comentário, siga em frente com os seus sonhos e procure a sua tribo!

Namastê 🙂

Como ser vegetariano sem ser chato?

Para deixar claro, antes que o título “Como ser vegetariano sem ser chato” gere polêmicas, quero dizer que sou vegetariana à quase 12 anos, portanto a intenção não é criticar.

No entanto, não posso negar que é comum ver alguns colegas levando a fama de chatos. E por que isso?

Nós vemos sentido em muitas das questões que vão a favor do vegetarianismo/veganismo, como as questões ambientais e de igualdade com os animais, por exemplo. Sendo assim, queremos que as pessoas ao nosso redor se dêem conta disso também.

Até aí não há mal nenhum em querer argumentar a favor da sua decisão. O problema está na forma como muitas vezes isso é feito.

Algumas pessoas tentam convencer as outras de forma impositiva e insistente, o que acaba criando o efeito contrário ao desejado. Ou seja, ao invés de convencer o outro, você acaba por criar uma barreira.

Então como tornar as pessoas mais simpatizantes pelo vegetarianismo ou veganismo?

Que tal oferecer algo veggie saboroso a elas? Quer saber de alguns bons motivos pra fazer isso? Aí vai:

– você pode, e muito provavelmente irá surpreender positivamente as pessoas;
– elas irão perceber que é possível se alimentar de comida gostosa e simples de preparar, sem adição de carne ou derivados;
– você derruba o mito de que comida vegetariana ou vegana é sonsa ou que se baseia apenas em carne de soja e
– esse pode ser o estímulo que muita gente precisava para adotar uma dieta vegetariana ou vegana.

Temos um bom modelo dessa prática aqui mesmo: o Café Mandala *-*

Posso dizer pela experiência com o Café que vi muita gente, que tinha preconceitos em relação a esse tipo de alimentação, acabar se surpreendendo e tornar-se simpatizante da culinária.

Lembre-se, a dieta vegetariana/vegana é, quase sempre, baseada no amor aos animais. Se temos amor pelos bichinhos, por que não estender esse amor a todos os seres humanos? Isso significa + compreensão + tolerância e + gentileza, galerinha!

Namastê 🙂