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Prometeu? Cumpra!

Você é daquelas pessoas que vive chegando atrasada para seus compromissos? Sempre esquece de dar o retorno prometido à alguém? Você se compromete a fazer mil coisas no seu dia e não consegue cumprir nem a metade delas? Bem, então você precisa ler isso…

O post de hoje é uma dica simples e direta: Pare de prometer coisas a você mesmo e aos outros, que você não pode cumprir!

Agindo dessa forma seu cérebro assimila que, ou você não tem palavra, ou você não tem capacidade de realizar aquilo, ou que está tudo bem não cumprir com a palavra.

Acredito que nenhuma das alternativas é satisfatória pra ninguém, não é mesmo? Ninguém gosta de passar por mentiroso ou se sentir mal porque não consegue fazer nada direito.

Se nos acostumamos a chegar atrasados para nossos compromissos, ou prometemos dar um retorno a alguém e não retornamos, a nossa relação com as pessoas é afetada.

Prometer a si mesmo que vai fazer algo e não cumprir, como dizer que vai começar uma dieta e nunca começar, por exemplo, afeta a auto-estima. Você passa a acreditar que não tem força de vontade suficiente para realizar as coisas.

Perceba que é através da repetição que se cria um hábito.

Por mais banal que a situação possa parecer, agindo sempre da mesma maneira, estamos permitindo que um mau hábito se instale e crie força.

Portanto, avalie as chances de você não cumprir com a palavra antes de prometer algo e seja mais firme com seus compromissos. Dessa maneira, estará reforçando bons hábitos. Não só passará mais credibilidade aos outros, quanto também passará a acreditar mais em si mesmo. Ou seja, se sentirá mais confiante e mais capaz!

É isso, pessoal! Vamos aos poucos, com consciência, adotar hábitos que colaboram com a nossa busca pelo auto desenvolvimento 😉

Namastê!

O segredo das posturas de equilíbrio da Yoga

Como muitos já sabem, eu sou instrutora de Yoga, e nas minhas aulas de Hatha é muito interessante ver como as pessoas se comportam quando proponho uma postura de equilíbrio.

Pode parecer simples permanecer com um dos pés suspenso do chão, mas não é. E quando os alunos iniciantes percebem isso, ficam surpresos. É muito comum que eles fiquem visivelmente frustrados com o fato de não conseguirem se estabilizar. Eles franzem a testa, bufam, ralham consigo mesmos, e quando não agem assim, geralmente têm uma crise de riso nervoso.

Eu procuro enfatizar que é necessário que sejam gentis com eles mesmos nesse momento. Afinal, sempre que nos propomos a realizar algo novo, algo que não executamos no nosso dia a dia, o cérebro exige um tempo para processar.

Além disso, são muitos os fatores que podem favorecer ou desfavorecer o equilíbrio: posição do pé, do joelho, do quadril, do tronco e da cabeça, olhar, respiração, (des)concentração…

Por esse motivo o exercício de equilíbrio começa sempre com a auto-observação, etapa que, quase sempre, os alunos preferem pular. Eles estão ansiosos para se verem executando perfeitamente o ásana (postura)! Não percebem que o benefício da prática das posturas de equilíbrio está muito mais no processo que está acontecendo, já na tentativa de equilibrar-se, muito mais do que quando se alcança a postura final.

E não é que é assim também com a nossa vida?

Quantas vezes banalizamos o momento presente, investindo energia apenas na produção de pensamentos do tipo “quando eu conseguir tal coisa…”, “quando eu chegar lá…”?

Se pararmos para pensar, a riqueza da vida está muito mais no caminho que percorremos. O curto momento em que alcançamos um objetivo é apenas o resultado das nossas pequenas vitórias somadas.

E o equilíbrio?

Bem, sabemos que até o objeto mais estático é composto por partículas que se movem constantemente. Portanto, acredite, não há nada de errado na oscilação! Como disse Albert Einstein: “A vida é igual andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso se manter em movimento.”.

Namastê!