Leituras

Dicas de Organização baseadas no método KonMari

Hoje eu vou falar de um assunto que eu adoro: Organização!

Como uma boa virginiana que sou, adoro estudar métodos que servem para deixar minhas coisinhas sempre arrumadas. Pra mim, a organização do espaço ao meu redor está intimamente relacionada com a organização dentro da minha mente. Afinal, quanto mais claro e limpo o ambiente em que estou, mais claros e fluídos se tornam os meus pensamentos!

Bem, há um tempo atrás me deparei com o livro “A Mágica da Arrumação – A Arte Japonesa de Colocar Ordem na Sua Casa e na Sua Vida”. A autora, Marie Kondo, propõe uma técnica de arrumação que contém passos essenciais e uma ordem específica para a realização desses passos. De acordo com Marie, desde que você siga cada passo, na ordem sugerida, nunca mais suas coisas ficarão desorganizadas!

Aceitei o desafio, e cá estou eu, depois de 1 ano, pra contar pra vocês que a técnica realmente deu certo! No entanto, percebi que existem 2 fatores principais que determinaram a manutenção da ordem no meu armário. São essas as 2 dicas que irei compartilhar aqui com vocês:

1. Isto me traz alegria

Marie Kondo ensina que, no momento de decidir os itens que manteremos e os que iremos descartar, devemos nos perguntar “isto me traz alegria?”. Essa pergunta deve ser feita ao tocar e olhar cada objeto ou peça de vestuário.

Confesso que inicialmente achei algo bobo de se fazer, mas insisti mesmo assim, pois estava determinada a testar o método. Com o tempo, percebi que faz total diferença quando reconhecemos que as coisas que possuímos nos trazem algum tipo de alegria. Seja porque é uma roupa que eu acho maravilhosa, uma meia que deixa meus pés quentinhos. Ou até mesmo um martelo que eu uso de vez em nunca pra pendurar lindos quadros pela casa.

Quando reconhecemos o valor e expressamos gratidão pelas coisas que temos, pela alegria que elas nos trazem, passamos a respeitar mais esses objetos. Dessa forma fica muito mais difícil deixar que eles se amontoem, ou fiquem rolando em qualquer canto.

2. Guardar tudo na vertical

A probabilidade de bagunçar tudo, quando precisamos tirar um objeto que está no meio, ou embaixo de uma pilha, é muito grande, certo? Ainda mais quando estamos com pressa.

O fato de não empilhar mais nada, roupas, livros, objetos, simplesmente funciona e é genial! A dificuldade está em “como guardá-los” na vertical. Alguns são fáceis, como livros, por exemplo, outros nem tanto, como as roupas. No entanto, ela ensina técnicas de como dobrá-las de maneira que fiquem na vertical.

Uma dica importante relacionada a isso é utilizar caixas para acondicionar as roupas que são mais “molinhas” e resistem a ficar de pé.

Se vocês gostarem da ideia de eu fazer um vídeo ensinando a dobrar as roupas, escrevam aqui nos comentários! Ficarei super feliz em poder ajudar a deixar a vida de vocês mais leves com o poder da arrumação, rs

Grande beijo e até a próxima!

Namastê <3

Qual é a sua tribo?

Se eu te perguntar “Qual é a sua tribo?”, você saberá responder?

A necessidade de pertencer a um grupo sempre foi objeto de estudo através da história. O psicólogo Abraham Maslow, conhecido pela Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas, mais conhecida como Pirâmide de Maslow, é um dos exemplos.

Todos nós temos necessidades sociais, de amor e de afeição. No entanto, podemos encontrar algumas armadilhas na tentativa de pertencer a um grupo. Uma delas é quando perdemos nosso tempo nos esforçando para ser alguém que não somos, para que sejamos aceitos.

No vídeo de hoje, para ilustrar essa situação, me utilizei da interpretação do arquétipo do Patinho Feio, contida no Livro “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola Estés.

Ela propõe que você se imagine sendo um cisne que tenta ser um rato. Imagine você tendo que fingir sendo bem pequeno e cinzento, imagine você tendo uma calda comprida, e tendo que andar como um rato. Seria bem difícil, não é mesmo? Porém é assim que agimos muitas vezes, no intuito de atender às expectativas alheias.

Na estória, o Patinho Feio passa um bom tempo vagueando, instintivamente em busca da sua verdadeira família. E é o que Clarissa propõe como alternativa: gastar seu tempo buscando a sua tribo é melhor do que passar uma eternidade tentando ser quem você não é!

Mas, e como saber qual é a sua tribo?

Primeiro se conheça, tenha clareza de quais são as coisas que te atraem, e vá em busca delas. Será inevitável que se depare com pessoas que estão buscando as mesmas coisas e, portanto, terão afinidades com você.

Aqui na Mandala temos inúmeros exemplos de pessoas que vieram procurar por uma atividade física, ou um desafio, ou uma maneira de se expressar, e acabaram formando verdadeiras comunidades!

Não tenha medo de seguir a sua intuição, de ir atrás daquilo que você gosta. Não se importe com os comentários das pessoas que tentam te frustrar. Certamente elas não fazem parte da sua tribo, e não há mal nenhum nisso. Somente significa que é difícil pra elas entenderem a importância daquilo pra você. Simplesmente agradeça o comentário, siga em frente com os seus sonhos e procure a sua tribo!

Namastê 🙂